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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Continuação TP5

13° encontro

Dando sequência ao encontro anterior Tp5 Estilo, o qual falávamos de estilo, coerência e coesão obtivemos um amplo debate a respeito das dificuldades de se trabalhar o texto com nossos alunos. Após várias discussões chegamos a uma hipótese que nossos alunos ainda não perceberam e não se deram conta da importância de se trabalhar com textos seja eles nos mais diferentes gêneros. Outro aspecto levantado é que a redação está tão cristalizada em sala de aula como uma avaliação que os mesmos a faz puramente para conquistar uma nota. Falar em produção de texto é uma incógnita.E nesse contexto desencadeou toda a discussão. Quanto adentramos nos princípios da textualidade foi extremamente importante porque todos os cursistas contribuíram com suas práticas cotidianas. Ficou evidente nesse encontro que cada texto apresenta um objetivo e isso deve estar claro no momento em que se propõe a elaboração do mesmo. Trabalhamos especificamente cada um dos 7 princípios da textualidade: coerência, coesão, intencionalidade, situacionalidade, informatividade, a intertextualidade, contexto. Aos apresentar os sete princípios começamos a discutir individualmente cada princípio. A coerência – é responsável pela unidade semântica, envolvendo aspectos lógicos, semânticos e cognitivos; coesão – responsável pela unidade formal do texto, que se dá por mecanismos gramaticais e lexicais; a intencionalidade – é o empenho do autor em construir um texto coerente, coeso, que atinja os objetivos que ele tenha em mente; aceitabilidade – é a expectativa do recebedor de que o texto tenha coerência e coesão, além de lhe ser útil e relevante; a situacionalidade – diz respeito a pertinência e a relevância do texto no contexto. Situar o texto e adequá-lo à situação sociocomunicativa; a informatividade – quanto menos previsível se apresentar o texto, mais informatividade. Tanta a falta quanto o excesso de previsibilidade, de informatividade são prejudiciais a aceitação do texto por parte do leitor; a intertextualidade – concerne os fatores que fazem a utilização de um texto dependente do conhecimento de outros textos; contexto – a produção e a recepção de um texto condicionam-se à situação ou ambiência, ou seja, ao conhecimento circunstancial ou ambiental que motivam os signos e a ambiência em que se inserem, gerando um texto cuja coerência e unidade são suscitadas diretamente pelo referente. Ao término das diversas discussões relacionadas aos princípios da textualidade desenvolvemos algumas atividades dentre elas fiz com os cursistas a atividade das histórias em quadrinhos onde recortei os quadrinhos e pedi aos mesmos que construíssem a história apresentando a coerência e a coesão. Após a concretização do trabalho passamos para a avaliação e concluímos não ser uma atividade fácil, pois dependendo de nosso ponto de vista o texto pode ser coerente ou não, pois a coerência depende do olhar de cada um. Para outros grupos foi fácil porque as imagens já possibilitam colocar na ordem cronológica dos acontecimentos. Fizemos também as atividade do preenchimento de perguntas com os elementos da narrativa: O que aconteceu?; Onde aconteceu?; Quando aconteceu?; Quem foram os envolvidos?; Qual foi o desfecho da história? Quando fomos para a apresentação dos trabalhos alguns cursistas sentiram um pouco de dificuldade pois, elaborar um texto coerente com assuntos bem divergentes não é tarefa muito fácil. Porém como são professores os textos foram elaborados tranquilamente. Ao término do estudo desta Tp5 percebemos que o trabalho com coerência e coesão não é um trabalho muito fácil exige do professor muita criatividade e diversas atividades diferenciadas para que os alunos possam internalizar com propriedade esses conceitos.

LITERATURA

14° encontro
21/10/2009

Para iniciarmos a discussão a respeito da literatura procuramos chegar a um conceito de beleza, qual concepção belo temos, como expressamos o belo? Essas respostas muitas vezes são complexas para responder. Questões bem particulares de cada um, dificultando um conceito único. Discutimos o belo para iniciar a discussão a respeito do que é literário. Introduzimos nossa discussão com a música “O amor se escondeu” (Papas da língua) e discutimos o que esta música apresentava de literário se podia ser considerado poético. Vários quesitos foram levantados a linguagem utilizada pelo mesmo, a subjetividade, a escolha das palavras, cópia imperfeita realidade, pois retrata o que está presente na vida. Em seguida discutimos algumas questões referentes a literatura: O que é literatura? Vários conceitos foram levantados dentre eles que literatura é a arte da palavra, palavras esteticamente elaborada, parte da realidade, expressividade, uso da linguagem conotativa. Assim concluímos que não há conceito de literatura fechado. Dando sequência conversamos a respeito do prazer que a literatura desperta, pois expressa as emoções, o texto possui uma estrutura elaborada. Teoricamente a literatura se compõe de uma linguagem específica, representação do real – mimese, semelhança com a verdade – verossimilhança, a literatura muda de acordo dom, a cultura. A arte é finita não procura eternizar, constrói imagens alegóricas, anula o eu para representar coisas que não sou eu. Após essa explanação elaboramos uma atividade na qual levei uma máscara e pedi que os grupos olhassem para a a mesma e a representasse utilizando o gênero textual “poesia” observando o uso das palavras e o subjetivismo. Em seguida dividimos em grupos para que elaborassem um mapeamento das unidades das Tps: a unidade 7 da TP2, unidade 8 da TP2, unidade 24 da TP6, unidade da TP1. A exposição dos trabalhos acontecerá no próximo encontro.

elaboração de texto poético- objeto máscara

FACE

>Rosto de cor e mistério
Feliz, sério?
Sem expressão
Olhar oculto
Um vulto?
Brilho de dor ou amor
Nas cores a felicidade
Nos traços uma saudade
De quê?
De Quem?
Flor sem perfume
beije com ardume...
saudades, um vazio
E a paz se faz presente.

Sônia e Márcia Partala

SEM VIDA

Face branca, gélida!
Os olhos ocultos
na maciez triste e sem vida.
Flores cobrem a luz
Do teu sorriso
Colorem, porém calam a tua voz!
Face triste
na calmaria das
horas poéticas...
Que no silêncio (estático)
fica inerte,
na tua inércia sem rima
e sem vida.

Kika e Suelen



FACE BRANCA

Branco que traz a paz
quer lembra a liberdade
liberdade de caminhar na rua.

Face que traz a rosa
rosa flor cheirosa.
Cheiro que nos lembra o
bolo cheiroso da querida vovó.

Mas a face branca
fecha os olhos, os olhos
para o mundo, mundo
hoje que não encontra a paz.

Ana Josélia e Elenice


DUAS CARAS

Há pessoas que duas caras tem,
não demonstram sentimentos,
pois os mesmos não o tem.
Sua personalidade aponta
o seu verdadeiro eu,
suas qualidades seus defeitos
cada um do seu jeito.
No decorrer de nossa vida
nos encontramos com várias pessoas,
gordas, magras, negras ou brancas,
simpáticas, antipáticas
com duas caras ou não.

Edinéir, Marta e Tatiana





ELE

Olho para seu rosto
vejo o brilho de seu olhar.
Parece o orvalho nas noites
de luar.
Seu semblante calmo
lembra a fina névoa
em uma noite de inverno.
Onde o silêncio fala mais
que palavras.
Seus lábios lembram os favos
de mel, doce como ele só.
Minha eterna amada!
Seu semblante estará
gravado para sempre
em meus pensamentos.

Renata e Nair



FACE TRISTE

Oh! mundo de máscaras,
flores a que te vejo.
Olhos encobertos
boca a se enconder
Vida? Quase sem palavras,
sem expressão,
sem um belo sorriso.
Oh! que mundo incerto,
que mundo sofrido.

Gisele, Dinaci e Elizabet

vida

vida

Benvindo

Sem sonhos, a vida não tem brilho.
Sem metas, os sonhos não tem alicerce.
Sem prioridades, os sonhos não se tornam reais. Sonhe, trace metas, estabeleça prioridades e corra riscos para executar seus sonhos. melhor é errar por tentar do que errar por se omitir! Não tenha medo dos tropeços da jornada. Não se esqueça de que você, ainda que incompleto foi o maior aventureiro da história.

Pensar

Pensar, como é bom pensar. Paro para pensar e ouço meus pensamentos. Muitas vezes diante dos problemas que vivenciamos no nossos cotidiano não sabemos o que escrever ou talvez não gostamos de registrar nossos pensamentos. Nos pegamos mergulhados em nossos pensamentos e questionamos quem sou eu? Dúvida estas nem sempre passíveis de respostas. Olhamos para o lado e vemos pessoas pensando, porque será que pensam tanto? Queria olhar para o horizonte e ter todas as respostas não respondidas. Nossa quantos pensamentos divergentes. Escutamos ruídos que, muitas vezes nos impossibilitam de pensar. Pensar num mundo diferente no qual o ser humano coautor do universo pudesse se amar mais harmonizando com o meio ambiente e consequentemente se humanizar mais consigo mesmo. Temos tantos medos e esses medos nos faz mergulhar num crepúsculo sem encontrarmos a saída. A vida é bela, vivemos momentos de grande emoção numa simbiose de sentimentos que se entrelaçam nos possibilitando viver momentos de alegria ou a tristeza.

Precisamos ter emoção de viver a vida, pois já ganhamos duas grandes batalhas: a disputa do espermatozóide e o nosso nascimento. Nossa não sabíamos que nessa vida enfrentaríamos batalhas tão difíceis, mas como já fomos vitoriosos conseguimos enfrentá-los e ganharmos essas batalhas. Temos que ter em mente que nossa vida é maravilhosa, precisamos saber valorizá-la e só assim poderemos ter um sentido mais absoluto do viver.

Alguns escrevem outros apenas pensam... será que tem medo de ouvir o seu coração e descobrir as grandes catedrais que ali habitam. Todas as nossas dificuldades nos impedem de organizar nossos pensamentos que ficam como uma teia que não conseguiu de fechar. Gosto tanto de trabalhar com as palavras, elas são significativas podemos jogar com elas. Vida louca, louca vida. Quantas vezes em nossos pensamentos permitimos que a tristeza e a angústia invade nosso eu nos deixando debilitados? Alguns momentos queríamos gritar para todo mundo para que ouvissem o que temos a dizer. Quantos sentimentos, quantas emoções. É na mistura de sentimentos como o amor, a sabedoria o discernimento, a alegria, a tristeza, a gratidão, a doação, a caridade, o conhecimento que nos construídos como ser humano. Cheios de contrastes. Sorrisos encantadores nos faz vibrar cheios de emoção. O tempo passa tão rápido e, quando percebemos já passou.


Itapoá-Sc

PROJETO


PROJETO


O professor cursista deverá desenvolver um projeto para a finalização do programa, de preferência interdisciplinar, a ser implementado em sala de aula, apresentando a estrutura a seguir:

Temática: definir o tema que possa desenvolver os conhecimentos adquiridos no programa e seja contextualizado à realidade de sala de aula.

Problemática: definir situação-problema a ser focada mediante seu desenvolvimento.

Fundamentação teórica: definir conceitos e as teorias que darão base a todas as ações desenvolvidas.

Objetivos: definir quais são os objetivos gerais e específicos a serem alcançados com a sua implementação.

Cronograma: definir o cronograma de cada etapa de desenvolvimento e os seus respectivos prazos.

Equipe: definir as áreas de conhecimento envolvidos, assim como os educadores participantes e as suas respectivas atribuições.


Avaliação: definir o processo de avaliação e os instrumentos a serem utilizados.






Secretaria de Educação e Professores Formadores

Secretaria de educação, coordenador do Curso Gestar

oficina-seção 9 e 10 - TP3

Intervalo-Coffee break

ENVELOPE DA LINGUAGEM

ENVELOPE DA LINGUAGEM

Elaboração de atividade

CRONOGRAMA DAS AULAS DO GESTAR II - ITAPOÁ/SC



01/04/2009 -

Abertura do Curso Gestar;

Eduardo e Valci falam sobre a importância de fazer o curso;

Leitura do guia geral;

Entrega e conferência dos materiais.

15/04/2009

seção coletiva I

unidade 9/10 do TP 3 – duração 4 horas

29/04/2009

Apresentação dos resultados obtidos da oficina

13/05/2009

Seção coletiva I I

unidade 11/12 do TP 3 – duração 4 horas

27/05/2009

Apresentação dos resultados obtidos da oficina

10/06/2009

Seção coletiva III

unidade 13/14 do TP 4 – duração 4 horas

24/06/2009

Apresentação dos resultados obtidos da oficina

08/07/2009

Seção coletiva IV

unidade 15/16 do TP 4– duração 4 horas

15/07/2009

Apresentação dos resultados obtidos da oficina

05/08/2009

seção coletiva V

unidade 17/18 do TP 5 – duração 4 horas

19/08/2009

Apresentação dos resultados obtidos da oficina

02/09/2009

seção coletiva V

unidade 19/20 do TP 5 – duração 4 horas

16/09/2009

Apresentação dos resultados obtidos da oficina

30/09/2009

Seção coletiva VIII

unidade 1/2/3/4 do TP 1 – duração 4 horas

14/10/2009

Apresentação dos resultados obtidos da oficina

28/10/2009

Seção coletiva IX

unidade 5/6/7/8 do TP 2 – duração 4 horas

11/11/2009

Apresentação dos resultados obtidos da oficina

25/11/2009

Seção coletiva IX

unidade 21/22 do TP 6 – duração 4 horas

09/12/2009

Apresentação dos resultados obtidos da oficina

16/12/2009

seção coletiva VI

unidade 7/8 do TP 5 – duração 4 horas


cronograma do Gestar II- LP

CRONOGRAMA DO CURSO



QUADRO DEMONSTRATIVO CARGA HORARIA DO PROGRAMA – MÓDULO I E II

1. ESTUDOS INDIVIDUAIS



2. ESTUDOS COLETIVOS

OFICINAS

24 UNIDADES DOS TPS (5 HORAS PARA CADA UNIDADE)


16 OFICINAS DAS UNIDADES

2 OFICINAS INTRODUTÓRIAS

2 OFICINAS DE AVALIAÇÃO

(4H CADA OFICINA)

120 H



80 H


3. LIÇÃO DE CASA OU SOCIALIZANDO O CONHECIMENTO

12 UNIDADES DOS TPS (5 H CADA UNIDADE)

60 H

4. ELABORAÇÃO DO PROJETO

DO INÍCIO AO TÉRMINO DO CURSO

40 H

TOTAL DE HORAS – 300 H


Cursistas Gestar II - Língua Portuguesa

Cursistas Gestar II - Língua Portuguesa
Vocês são um sucesso. Beijos

Professora Tamar

Professora Tamar
Você é um sucesso!